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   Manejo de pastagens

      MANEJO DE PASTAGEM COM ABORDAGEM DE CARACTERÍSTICAS MORFOGENÉTICAS, ESTRUTURA DO PASTO, PLASTICIDADE FENOTÍPICA E OTIMIZAÇÃO DA PRODUTIVIDADE DE PASTAGEM
       
  11/5/2004  

*Trabalho apresentado como parte das exigências da disciplina ZOO650
Janaina Azevedo Martuscello – Estudante de mestrado DZO/UFV



1- Introdução


O estudo de características morfofisiológicas em gramíneas forrageiras é de fundamental importância para o estabelecimento de estratégias de manejo em pastagem visando a otimização de sua utilização. Para HODGSON (1990), os estudos de componentes do relvado, como o surgimento de perfilhos e folhas, podem auxiliar no entendimento da relações entre manejo de pastagem e as respostas da forrageira. Para plantas de clima tropical o impacto da estratégia de manejo da pastagem sobre suas características morfogenéticas ainda é pouco conhecido (CARVALHO et al.,2000). Por outro lado, nos países desenvolvidos muitos estudos vêm sendo conduzidos com o objetivo de incrementar a produtividade das pastagens através do conhecimento das características morfológicas das gramíneas (MATTHEW et al., 1999).
Uma rápida formação de um novo dossel fotossintético imediatamente após a desfolha é considerado por RICHARDS (1988) um elemento crítico na resposta da espécie forrageira ao pastejo. Assim, a persistência da pastagem é dependente de seu desenvolvimento morfológico. O desenvolvimento do dossel é tão dependente do surgimento de gemas axilares, quanto do desenvolvimento de perfilhos, e consequentemente de folhas. Muitos autores consideram a capacidade de perfilhamento como ponto chave de um bom estabelecimento e permanência de pastagens (HUME, 1991). Para JEWIS (1972), o perfilhamento é muito importante para o início de formação do relvado, bem como para sua permanência após severas desfolhas. Conforme WARD e BLASER (1961) o perfilhamento de gramíneas forrageiras seria a característica mais importante para o aumento de produtividade das mesmas. As estimativas das taxas de crescimento, alongamento e senescência das folhas e da taxa de população de perfilhos podem ter várias aplicações. Em decorrência de sua alta correlação com o rendimento forrageiro, a taxa de alongamento foliar tem sido usada como critério de seleção em trabalhos de melhoramento genético (HORST et al., 1978).
O conhecimento do índice de área foliar é extremamente importante, já que a produtividade das gramíneas forrageiras decorre da contínua emissão de folhas e perfilhos, processo importante para a restauração da área foliar após corte ou pastejo e que garante a perenidade forrageira (GOMIDE e GOMIDE, 2000). Segundo os autores, processos de formação e desenvolvimento das folhas são fundamentais para o crescimento vegetal, dado o papel das folhas na fotossíntese, ponto de partida para a formação de novos tecidos.
 
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