Domicio do Nascimento Junior
 

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   Avaliação de Forrageiras

      UTILIZAÇÃO DO DISCO MEDIDOR PARA ESTIMATIVA DE PRODUÇÃO DE FORRAGEM
       
  21/1/2004  

Aluna: Janaina Azevedo Martuscello
Prof. Domício Nascimento Júnior
Departamento de Zootecnia
Disciplina: ZOO 752

1-INTRODUÇÃO
A pecuária nacional que até pouco tempo se desenvolvia apenas como atividade extrativista, está atualmente passando por grande reestruturação, visando competitividade e sustentabilidade do setor produtivo. Entretanto essa atividade deverá continuar fundamentada em pastagem (BARBOSA & EUCLIDES,
1997), uma vez que o pasto constitui a forma de alimentação de menor custo, o que garante a manutenção da competitividade dos produtos bovinos nos mercados interno e externo.
A necessidade de um melhor entendimento dos processos de produção animal, passa obrigatoriamente pelo conhecimento de todos os componentes que envolvem o sistema. Produzir produto animal a pasto torna-se, portanto uma atividade altamente especializada, onde é necessário entender não apenas o
processo de transformação de pasto em carne ou leite, mas também entender e controlar o processo de produção da forragem e sua oferta ao animal na quantidade e qualidade necessária para atingir determinado objetivo de produção (NABINGER, 1995).
A maioria das propriedades que utilizam o sistema de produção exclusivamente a pasto têm índices baixos de produção e são caracterizadas por deficiências de manejo, dentre as quais ausência de monitoramento e controle das condições do pasto e produção de forragem nas áreas de pastagem. A estimativa e o acompanhamento da variação da massa de forragem é uma das formas mais efetivas de gerar subsídios para os diversos processos de gerenciamento e tomada de decisão sobre o manejo do pastejo (CUNHA, 2002).
Existem uma série de técnicas que nos permitem estimar a produção da massa forrageira de um pasto, desde métodos diretos de mediação, que passam por cortes da amostra a ser avaliada, até métodos indiretos de medição que correlacionam outra mediadas de maior facilidade de mensuração com a massa
de forragem. De acordo com CUNHA (2002) nos países de pecuária desenvolvida (onde predominam as forrageiras de metabolismo C3) as técnicas de mensuração indireta de massa de forragem são bastante utilizadas pelos produtores e pesquisadores. Entretanto no Brasil (onde predominam as forrageiras de metabolismo C4), devido ao grande número de espécies de plantas forrageiras utilizadas nas pastagens e a deficiência de conhecimentos sobre a fisiologia dessa plantas, a disponibilidade de técnicas de campo para esse tipo de estimativa é ainda incipiente.
 
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