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      FISIOLOGIA VEGETAL E MANEJO DAS PASTAGENS
       
  27/6/2001  

Aluna: Fernanda Cipriano Rocha
Prof.: Domicio do Nascimento Jr.


A produção forrageira se baseia na transformação de energia solar em compostos orgânicos pela fotossíntese, onde o carbono do dióxido de carbono (CO 2 ) na atmosfera é combinado
com água e convertido em carboidratos com a utilização da energia solar. Segundo PEREIRA et al. (1998), as plantas forrageiras são extremamente responsivas às variações ambientais, componentes do clima, solo, e até mesmo do manejo a elas imposto, uma vez que o manejo pode ser entendido como a manipulação do meio através do emprego de um conjunto de
técnicas agronômicas.
Há uma grande paradoxo no manejo das pastagens: atender as exigências nutricionais dos animais e as exigências fisiológicas das plantas, para que a produção não seja afetada. Isso
quer dizer que os animais precisam consumir forragem de alta qualidade para atingir os níveis de produção desejados e as plantas dependem dessas folhas para manter sua eficiência
fotossintética, já que as folhas novas são mais nutritivas e mais ativas fotossinteticamente.
Segundo NASCIMENTO JÚNIOR (1986), os fracassos quanto à persistência de plantas forrageiras são possivelmente, devido a não observância do comportamento fisiológico das espécies em uso.
Trabalhos citados por CORSI e NASCIMENTO JÚNIOR, 1994, demostram que se considerarmos a pastagem como uma comunidade onde a produtividade depende de um equilíbrio entre a fonte fotossintética (dimensão de IAF e eficiência fotossintética dos estratos foliares) e a existência de drenos metabólicos (perfilhamento, extensão de área foliar, alongamento de folhas e de haste), há condições para se explorar maior produtividade
através do manejo e do melhoramento genético.
 
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