Domicio do Nascimento Junior
 

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   Suplementação

      ESTRATÉGIAS DE FORRAGEAMENTO DOS ANIMAIS EM PASTEJO
       
  27/6/2001  

Aluno: Francisco Palma Rennó
Prof.: Domicio do Nascimento Jr.

As pastagens são de importância vital para a pecuária brasileira, devido a grande utilização destas no processo produtivo da pecuária de corte e também na pecuária de leite. Segundo FARIA et al (1997), estima-se que 75% da superfície utilizada pela
agricultura seja ocupada por pastagens, o que corresponde a aproximadamente 20% da área total do país.
As pastagens representam a forma mais prática e econômica de alimentação dos bovinos, constituindo-se a base de sustentação da bovinocultura de corte no Brasil (ESTEVES et al., 1998; PAULINO, 1999). O potencial de produção de leite a pasto é
inegável, tendo em vista que quase 80% do território nacional está na faixa tropical, com possibilidades de produção forrageira durante todo o ano (ASSIS, 1997).
Existe, entretanto, a necessidade de obterem-se ganhos em produtividade,especialmente minimizando os efeitos da sazonalidade quantitativa e qualitativa das forrageiras tropicais (PAULINO, 1999). De acordo com esta situação, constata-se, com
relativa frequência, o insucesso da pecuária nacional, independentemente da espécie ou cultivar de planta forrageira escolhida e/ou do método de pastejo adotado. Tal situação
é consequência da falta de uso de tecnologias apropriadas, geralmente associadas com o manejo inadequado do solo e da planta (PENATI et al., 1999).
No Brasil, parece não existir a necessidade de conhecer o básico para a execução do manejo de pastagens. Isso ocorre pelo fato de produtores, pesquisadores e extensionistas alimentarem a expectativa de sucesso fácil no estabelecimento do manejo,
em virtude da infinidade de opções para a produção de plantas forrageiras nos trópicos.
Nestas circunstâncias, abandonam-se e criam-se novas estratégias, sem análise crítica de resultados, na tentativa de solucionar problemas. A continuidade dessa situação só é
possivel em sistemas rudimentares, uma vez que os resultados de cada proposta podem indicar progressos, se co mparados com as condições vigentes de baixa produtividade.
Assim sendo, pode-se admitir que os baixos níveis de produção e produtividade obtidos em pastagens tropicais devem-se mais aos resultados práticos e experimentais, que às limitações impostas pelas plantas forrageiras (CORSI et al., 1998).
Como resultado, observa-se que investimentos em pastagens, particularmente aqueles relacionados à adubação e divisão (cercas), passam a ser encarados como oneradores da
atividade, ao invés de moduladores e otimizadores da produção (SILVA, 1995). Diante deste fato, o pecuarista brasileiro realiza busca constante por métodos de pastejos "mágicos", espécies forrageiras que sobrevivam em ambientes adversos, sejam resistentes e produtivas e que, acima de tudo, se adaptem ao manejo praticado na propriedade, frequentemente inadequado (PENATI et al., 1999).
Desta maneira, torna-se imprescindível o esclarecimento de alguns aspectos relacionados ao manejo de plantas forrageiras, já que estes irão determinar a adoção do método de pastejo adequado a cada tipo de exploração, onde o forrageamento dos animais deve proporcionar adequado desempenho animal, além de aumentar a eficiência e sustentabilidade do sistema utilizado.
 
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