Domicio do Nascimento Junior
 

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   Consumo

      ESTIMAÇÃO DE CONSUMO DE FORRAGEM, UMA ABORDAGEM PRÁTICA
       
  27/6/2001  

Prof.: Domicio do Nascimento Jr.
Aluno: Edenio Detmann

A fim de exercer suas diferentes funções fisiológicas e atender às exigências de mantença e produção, o animal necessita ingerir quantidades adequadas de nutrientes (GOMIDE, 1995), que são obtidos a partir da dieta. Segundo GOMIDE e QUEIROZ (1994), as dietas ou os alimentos podem ser qualificados quanto aos seus valores nutritivo e alimentício. O valor nutritivo refere-se à composição química e à digestibilidade da forragem. Ullyatt (1973), citado por GOMIDE e QUEIROZ (1994), define o valor alimentício como a avaliação biológica do valor de forragem ou alimento, em termos de produção animal, representando o potencial de ingestão de nutrientes que habilita o animal a realizar sua função produtiva. Assim, entende-se que o conceito de valor alimentício é mais amplo que o valor nutritivo, pois
incorpora também o conceito de consumo. Analogamente, sendo a composição e a digestibilidade características inerentes ao alimento (COELHO DA SILVA e LEÃO, 1979), o consumo e sua intensidade assumem particular importância nos sistemas de produção animal. Conclui-se, portanto, que o consumo é fundamental à nutrição, pois determina o
nível de nutrientes ingeridos e, portanto, a resposta animal (VAN SOEST, 1994).
O consumo é mais difícil de se avaliar que a digestibilidade, por estar submetido a inúmeras outras variáveis relacionadas ao meio (BURNS et al., 1994). Em adição, a mensuração do consumo de animais alimentados a pasto não pode ser realizada diretamente como em confinamentos (COELHO DA SILVA e LEÃO, 1979; MINSON, 1990), exigindo, assim, a necessidade do uso de metodologias alternativas para sua determinação. De forma geral,
maiores progressos no entendimento dos fatores básicos que afetam o consumo têm sido impedidos por nossa inabilidade de medi-lo acuradamente, o que possibilitaria separar
melhor as influências de animal e dieta (MERTENS, 1994) e traçar estratégias e medidas com vistas à ampliação do processo produtivo.
Foram objetivos desta revisão abordar as principais metodologias para estimação do consumo a pasto, destacando suas vantagens, limitações e as situações propícias ao seu emprego.
 
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