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   Manejo de pastagens

      MANEJO DAS PASTAGENS E PRODUÇÃO DE LEITE A PASTO
       
  26/6/2001  

Aluno: Marco Aurélio Alves de Freitas Barbosa
Prof.: Domicio do Nascimento Jr.

As pastagens constituem-se no componente principal da dieta dos ruminantes, especialmente nas regiões tropicais, onde, exceto em regiões de alta densidade demográfica, a terra é um fator de baixo custo, e plenamente disponível. Mesmo em áreas onde o uso da terra é intensivo, pastagens manejadas racionalmente tem função importante na preservação das características físico-química do solo, reciclando nutrientes e controlando a erosão do solo (VILLAÇA et al., 1985).
Segundo GOMIDE (1994), a aptidão leiteira da vaca, o valor nutritivo do pasto e o consumo de forragem determinam a produção de leite da vaca. Sob pastejo, o consumo de matéria seca verde é afetado principalmente pela disponibilidade de foragem, mas também pela estrutura da vegetação: densidade, altura, relação folha-colmo. A pressão de pastejo (PP) é o principal fator de manejo a determinar a produção de leite
por vaca (kg de leite/vaca) e por hectare (kg de leite/ha).
Um estabelecimento dirigido para a atividade agropecuária é essencialmente uma fábrica, na qual produtos como carne, leite, lã, grãos e outros são produzidos a partir de matérias primas que incluem a terra, águas e adubos, como meio de subsistência e também para satisfazer certos desejos do proprietário. Entre a
matéria prima e o produto final há uma série de interações entre os componentes que constituem um verdadeiro sistema de produção. O animal deve ser considerado uma máquina de transformação de pasto em produtos úteis ao homem e não como um moinho de transformar forragem em esterco (MARASCHIN,
1994 ab).
Para a determinação do potencial das pastagens, ou de qualquer sistema, para a produção de leite é necessário definir ou quantificar a ênfase que o criador atribui aos principais insumos envolvidos no processo de produção de leite na propriedade agrícola. Para isto pode-se estabelecer três insumos como responsáveis pela alteração no nível de produtividade de leite na propriedade, ou seja: a produção anual de forragem, a
lotação animal por hectare e a quantidade de alimento adquirida fora da propriedade.
Apesar do potencial para a produção animal nos trópicos ser promissor, a capacidade atual de produtividade é muito baixa, ou seja, cerca de 360 kg de leite/ha/ano, no Brasil (CORSI, 1990), e ainda esbarrando no problema da descontinuidade de produção das pastagens perenes tropicais ao longo do ano.
A viabilidade de um sistema produtivo econômico, seja ele industrial ou agropecuário, dá-se pela análise cuidadosa de seus custos e benefícios, para tanto a viabilidade da produção leiteira em sistemas de pastagens, seja ela nativa ou melhorada, deve passar por análises econômicas críticas sobre a sua viabilidade ou não em determinada região ou época do ano.
 
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