Domicio do Nascimento Junior
 

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   Desfolhação

      ASPECTOS RELACIONADOS À RECUPERAÇÃO DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS APÓS DESFOLHAÇÃO
       
  20/6/2001  

Aluno: CARLOS AUGUSTO DE M. GOMIDE
Prof.: Domicio do Nascimento Jr.

O uso de pastagens, constituídas na maioria das vezes de gramíneas, é a principal fonte de alimentação para a criação de bovinos, ovinos, eqüinos etc. Desta forma nota-se a alta
dependência, principalmente no Brasil, da produção de carne, lâ, leite e seus derivados, da exploração de áreas cultivadas com pastagens. Porém, como bem colocado por SILVA et al.
(1998), o manejo das pastagens deve der baseado em técnicas e estratégias que visem não só assegurar a produção animal, mas também garantir o vigor e consequentemente a perenidade
da pastagem. Para tanto, é preciso reconhecer a planta forrageira como componente chave do sistema de produção.
Segundo GOMIDE (1988), as plantas forrageiras das pastagens apresentam duas características principais que as tornam extremamente viáveis para a exploração pecuária, que
são a sua capacidade de recuperação após o corte e o seu valor forrageiro. Neste sentido, a capacidade de rebrotação das gramíneas garante a produtividade e a perenidade da cobertura
vegetal, dois pontos fundamentais na utilização da pastagem.
Entretanto a rápida recuperação das gramíneas após um corte ou pastejo está condicionada à características morfofisiológicas de cada espécie que as tornam mais ou menos adaptadas a
determinadas condições de manejo. Os efeitos de tais características sobre a rebrotação das plantas forrageiras é o tema principal desta revisão e passarão a ser discutidos mais adiante.
 
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