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   Principios de Fisiologia

      FISIOLOGIA DO CRESCIMENTO E COMPOSIÇÃO QUÍMICA
       
  8/6/2001  

Aluno: Marco Antônio de Oliveira
Prof.: Domício do Nascimento Júnior

A intensificação do sistema de produção com o uso de animais de elevado potencial produtivo tem aumentado a demanda por alimentos de melhor qualidade e produzidos em grande quantidade. Neste sentido, o manejo de pastagens tem como objetivo principal obter, por unidade de área, a máxima produção de forragem de satisfatório valor nutritivo, durante a estação de
pastejo.
As gramíneas forrageiras de clima tropical e subtropical constituem-se em uma alternativa bastante viável na alimentação animal, em virtude de seu alto potencial de produção e baixo custo.
A produtividade de uma gramínea forrageira decorre da contínua emissão de folhas e perfilhos, processo importante na restauração da área foliar, sob condições de corte ou pastejo. No entanto, a idade fisiológica, a fertilidade do solo, a espécie forrageira e as condições de ambiente às quais estão submetidas influenciam o seu crescimento e o valor nutritivo; este último está
intimamente relacionado com o consumo e a utilização pelos animais. O valor nutritivo do pasto é determinado por dois fatores: 1. composição química, e 2. sua digestibilidade (MOTT, 1966).
As condições de meio ambiente em que as plantas são submetidas podem influenciar os principais processos fisiológicos das plantas, a fotossíntese e a respiração, determinantes da produtividade das plantas. No manejo de pastagens sob corte ou pastejo, busca-se então colher o máximo de material vegetal, sem comprometer tanto a sua composição química e digestibilidade.
Os principais fatores que afetam o crescimento, desenvolvimento e a composição química das forrageiras podem ser agrupados em quatro amplas categorias, segundo WHITEMAN (1980):
1. Fatores climáticos – luz, temperatura, fotoperíodo, umidade, ventos e precipitação;
2. Fatores edáficos – fertilidade do solo, propriedades físicas do solo e topografia;
3. Espécie forrageira – potencial genético para produção e valor nutritivo, adaptação ao ambiente, competição entre plantas, aceitabilidade para pastejo animal e persistência a longo prazo;
4. Manejo da pastagem – tipo de pastejo animal, taxa de lotação, sistemas de pastejo, estratégias de fertilização, controle de invasoras e outras práticas culturais.
Todos estes fatores interagem entre si, fazendo parte do grande complexo Solo-Planta-Animal-Clima. O conhecimento das possíveis interações entre estes fatores podem auxiliar no manejo e utilização das pastagens, com o objetivo de maximizar a eficiência de colheita da forragem produzida.
 
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