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   Avaliação de Forrageiras

      PREPARAÇÃO DE AMOSTRAS E ANÁLISE QUÍMICA DAS PLANTAS
       
  8/6/2001  

Aluno: ALMIR VIEIRA SILVA Matrícula:38117
Revisão apresentada à disciplina Métodos de Avaliação de Pastagens
Prof. Domício do Nascimento Jr.
VIÇOSA
1999


O conhecimento do valor nutritivo de um alimento é tido como a forma mais eficiente para caracterizá-lo e vem sendo utilizada há anos mediante o desenvolvimento de metodologias laboratoriais estruturadas, advindas de inúmeras pesquisas e avanços do conhecimento humano.
Ao pensarmos na avaliação da qualidade de uma forragem, primeiramente devemos dar atenção à coleta da amostra. De acordo com PIPER (1950), os cuidados que devemos dar a esta etapa é tão importante quanto a escolha das técnicas as quais o alimento será posteriormente submetido.
Segundo SILVA (1998), a amostra deverá ser perfeitamente representativa da média do material a ser analisado. Os erros cometidos durante a amostragem não poderão ser retificados ou compensados, por mais cuidadosas que venham a ser as futuras análises. DUX (s/d), relatou que o controle da qualidade das
operações laboratoriais é também fundamental para assegurar a precisão das análises efetuadas.
A qualidade de uma forragem e o seu rendimento podem ser estimados pela observação da densidade de plantas, amostragem de plantas, análises laboratoriais de plantas e pela taxa de lotação de uma dada área. Nenhuma medida simples é capaz de mostrar uma descrição quantitativa da relação
nutricional entre plantas e animais (VAN SOEST, 1994).
A avaliação química da forragem será útil no fornecimento de informações para se proceder o ajuste à quantidade de nutrientes (por exemplo, proteína e energia), correspondentes às exigências nutricionais dos animais. Se os níveis dos nutrientes apresentam-se altos, a quantidade do suplemento a ser utilizado provavelmente será baixa, o que representa menores custos com a dieta. Por outro lado, se os níveis de nutrientes da forragem não forem grandemente representativos a suplementação alimentar responderá por uma maior parcela do alimento fornecido ao animal, que visa garantir a performance satisfatória deste
(CHAMBLISS et al, s/d). De maneira geral, é importante salientar que dificilmente um único alimento é capaz de suprir totalmente os requerimentos nutricionais de uma dada categoria animal.
Benefícios advindos do conhecimento da composição dos nutrientes dos alimentos respondem grandemente pelo balanço das rações a um custo mínimo, bem como torna possível caracterizar os alimentos quanto à qualidade que
possuem (TWIDWEELL et al., 1997).
 
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