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      COMO ESTIMAR CONSUMO POR UM MÉTODO AGRONÔMICO
       
  24/5/2001  

Carlos Augusto de M. Gomide, estudante de doutorado em zootecnia, UFV
Viçosa-MG
O desempenho animal normalmente aumenta em função das maiores disponibilidades de forragem, refletindo a influência da oferta na quantidade de forragem consumida. O consumo de forragem determina a produção animal. Hodgson (1990) afirma que o consumo do animal é maximizado geralmente quando a forragem em oferta é de 3 a 4 vezes superior a quantidade consumida. Stuth et al. (1981) obtiveram maior eficiência de desfoliação pelo animal quando permitiu de 6 a 9 Kg de MS/100 Kg de PV.
O modelo de consumo se apresenta em duas dimensões temporais: curto prazo (velocidade de ingestão) e longo prazo (consumo diário). O estudo da velocidade de ingestão, também
conhecida como taxa de consumo instantânea, se relaciona diretamente com os efeitos da estrutura da pastagem, estando o foco centrado no processo de ingestão da forragem. Já o
consumo diário estaria na dependência também do tempo de pastejo que é função de uma série de fatores, dentre os quais a taxa de passagem e relação consumo/requerimento entre
outros (Carvalho, 1997).
Um método que estime adequadamente o consumo dos animais sob pastejo é essencial para a avaliação de pastagens. Segundo Astigarraga (1997) o método ideal deve integrar a qualidade da dieta selecionada e a quantidade consumida ao longo do dia.
Várias técnicas experimentais têm sido desenvolvidas para estudar a quantidade de forragem consumida pelos animais a partir de uma determinada quantidade ofertada.
Basicamente se distingue métodos baseados na variação do peso dos animais durante o pastejo, métodos dos marcadores internos ou externos, métodos baseados no comportamento alimentício dos animais em pastejo e os métodos no desaparecimento de
forragem antes e após o pastejo. Este último é o método dito agronômico para estimativa do consumo. Entretanto algumas variações ou adaptações podem ser encontradas na utilização
deste método.
 
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